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Desde Janeiro estamos dançando pelas ruas, fazendo festa e recebendo de braços abertos o carnaval. Caímos na folia como quem se apaixona perdidamente: de uma vez só e de todo coração.  Usamos todas as nossas energias, voz, fantasias e emoções como se não houvesse amanhã. Durante o carnaval, o carnaval é infinito e ninguém fica pensando na Quarta-feira de cinzas.

Mas a quarta-feira de cinzas vem. Chega depressa só pra nos contrariar, sem às vezes nem perceber. Nos agarramos inutilmente aos restos de confete e serpentina no chão, mas com a consciência de que o carnaval chegou ao fim.

Assim também acontece com nossas grandes paixões. Mergulhamos de cabeça,  dançando e cantando alto aquela música capaz de dar um não-sei-o-que-lá na gente. Sorrimos e celebramos porque, afinal, se apaixonar é o melhor dos carnavais.

A quarta-feira de cinzas chega para todo amor. Não quero dizer que os amores sempre acabam, mas a paixão efervescente que nos mantem pulando 24 horas por dia uma hora dá de cara com a realidade, e somos obrigados a enfrentar a rotina e a cumplicidade (que nada mais é que uma palavra bonita pro amor no dia-a-dia). Os trios elétricos saem das ruas e as pessoas guardam as fantasias no fundo do armário.

Talvez a quarta-feira de cinzas não seja um dia para ficar triste. Ainda que o carnaval dessas paixões acabe, nada nos impede de continuar a festa (e manter o sorriso no rosto). A música ainda podemos cantarolar na rua – com calma, pois ninguém está mais com pressa – e a dança continua na ponta do pé.  Por que não encher nossos relacionamentos todos os dias com um pouquinho de carnaval-apaixonante?

No amor, quem decide quando parar a folia sou eu.

Vocês lembram daquele filme “Ele não está tão afim de você“?. Acho que toda mulher tem que ver porque, além do Ben Affleck e da Jennifer Aniston musa, o filme nos diz uma verdade bem inconveniente: mulher adora mentir pra si  mesma. 

Desde aquele “príncipe encantado de balada” que não nos liga ate o paquera que já desmarcou o cinema com você 5  vezes, mas você ainda continua insistindo. A gente inventa mil e uma desculpas pra fugirmos da realidade de que  talvez o moço dono de seus suspiros não esteja interessado em você.

O primeiro passo e aceitar. Aceite que não, ele não perdeu o seu telefone, ele simplesmente não está interessado o suficiente pra te ligar. Aceite que se ele ignora as suas mensagens ou não aparece nos encontros não é porque ele  é um “homem muito ocupado”. Ele simplesmente não está tão afim de você.

Essa verdade cruel que nos mulheres pseudo-apaixonadas (encantadas é a palavra mais correta) insistimos em esconder debaixo do tapete. Muitas vezes mantemos o vício de correr atrás, de tentar manter o contato, na  esperança de que um dia – quem sabe – ele também vai lhe olhar com outros olhos.

Vale sempre lembrar outra verdade que sempre insistimos em negar: a gente sempre quer aquilo que não tem. Seja  homem ou mulher. Portanto, o melhor afrodisíaco é gostar de si mesma e não perder o seu tempo com quem não quer  passar tempo com você.

Confesso que não sei o fim do filme, mas tenho certeza que essa é a moral da historia.

Vocês já passaram por uma situação dessas ou tiveram que dar “um toque de amiga” pra sua best friend que estava se arrastando por um homem?

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1. Pegue uma foto de seu amor e outra sua, cole uma nas costas da outra, enrole nelas um cordão de ouro, plastifique e dê para o seu amor presente. Assim pode ter certeza que ele estará amarrada a você para sempre.
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2. Compre um metro de fita branca e um vidro do seu perfume preferido. Coloque a fita dentro do vidro e deixe por doze dias. Durante esse tempo, acenda diariamente uma vela para Santo Antônio e peça a ele para que seu primeiro amor não se separe de você. Após os doze dias, retire a fita de dentro do vidro, corte em duas partes, amarre uma no pulso esquerdo de seu amor e peça para ele amarrar a outra parte no seu.
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3. Pegue uma fotografia da pessoa, de corpo inteiro e sorrindo e crave sete espinhos de laranjeira nela foto, sendo um acima da cabeça, um embaixo de cada pé e os outros à altura dos braços e das pernas. Guarde no seu porta-jóias.
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PÁRA TUDO!
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Na verdade, a melhor simpatia para conquistar o amado é ser você mesma. Por mais clichê que seja, nenhum amor forçado dá em casamento. Quando é amor mesmo, a gente dança com o rosto colado, sem precisar escrever o nome do objeto de desejo ou arrancar 3 fios de cabelo pra guardar no fundo da gaveta. A simpatia que mais funciona é um sorriso no rosto e uma conversa agradável, podem perguntar para qualquer homem por aí (eles vão complementar dizendo que se for loira e malhada, melhor ainda, mas isso a gente já sabia). Nesse São João, use a sua simpatia feminina para conquistar quem você gosta.
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Bom São João, meninas!

Em relação ao amor, o mundo parece se dividir em dois grupos imaginários, cada qual com seus clichês. Aos solteiros, coube a fama de que a vida é uma eterna balada até às 6 da manhã, com muitas pessoas bonitas, bebida e cheio de surpresas. Já os namorados levam uma vida mais “estável”, com cinema, pipoca e apelidos carinhosos de deixar nossos amigos envergonhados em público.

Nunca entendi isso de “relacionamento estável”. O amor é tudo, menos estável. O amor é lindo, cor-de-rosa e até mesmo brega, mas passa muito longe da rotina e tranquilidade que se pinta sobre os casais apaixonados.

Amor muda um pouquinho todos os dias porque, não por acaso, as pessoas mudam todos os dias também. Namorar é uma montanha-russa de emoções; aquela sensação tão gostosa, mas que às vezes dá um frio na barriga; aquela expectativa de não saber o que vem na próxima curva ou se a pessoa ao seu lado vai gritar de alegria ou fechar os olhos de medo.

O amor pode ser eterno, mas nunca estável.

Feliz Dia da Montanha-Russa para todas as nossas leitoras apaixonadas. Feliz Dia dos Namorados!

Quem já esteve em um relacionamento foge de DR como quem foge da cruz. De todos os artifícios na hora de lidar com uma situação que afeta o casal, sentar e conversar é o último deles – logo abaixo de fingir que não vê ou perder a paciência e ter um ataque de nervos.

A DR, meus amigos, não é o problema. A DR é a solução. Claro, existem pessoas que fazem tempestade num copo d’água por qualquer mínimo movimento que as desagradem, mas vamos fingir por alguns minutos que a maioria dos casais são racionais. Assim sendo, a famosa DR não é nada mais que uma troca de sentimentos cujo objetivo é chegar a um comum acordo que permita a sobrevivência de um relacionamento saudável. DR é também um pouco de amor.

Antes de reclamar sobre as discussões tão comuns dos casais, lembre que ninguém é feliz engolindo sapos a vida toda. Não dá para transformar o seu namoro/casamento em um eterno debate, mas com certeza a conversa é a maneira mais bem-sucedida de resolver insatisfações e mal-entendidos na sua vida amorosa.

Os homens tem essa fama de “diretos” e “objetivos”, mas na hora H fazem de tudo para fugir de um “precisamos conversar”. Até mesmo ignorar o que o desagradam.

Fugir da solução não vai fazer da sua vida um mar de rosas. Ter uma DR também não, mas provavelmente existe a chance de ambos estarem no caminho certo.

Então, vamos conversar?