Arquivo para fevereiro 2012

É de praxe o sexo masculino correr de casamento e filhos. Apesar de nos dias de hoje já existirem homens casamenteiros, a maioria quer distância desse papo por um bom tempo. Não bastasse a eterna brincadeira entre os amigos de “Casamento? Sou muito novo pra morrer!”, ainda existe a impressão de que nós, mulheres, somos eternas noivas sonhadoras, cujo único objetivo na vida é arranjar uma cara-metade com quem subir no altar.

Os tempos mudaram. Desde a época das nossas avós, o conceito de felicidade se transformou bastante – principalmente para as mulheres. Se antes vencer na vida era arrumar um bom marido e criar bem os filhos, hoje podemos nos dar ao prazer de fazer nossa história do jeito que bem quisermos. Não, nem toda mulher almeja o casamento; nem toda mulher gosta de crianças ou quer ser super-mulher. A felicidade vem agora em vários formatos.

Claro, qual a mulher que nunca achou bonito um vestido de casamento ou suspirou em uma comédia romântica? Muita das vezes não significa nada – ou no máximo significa que você está na TPM.

Aos homens, cabe saberem relaxar diante de um relacionamento, sem medo de que a sua amada esteja planejando mentalmente todos os detalhes dos convites, véu e grinalda. Existem mulheres – acreditem! – que preferem criar cães ou gatos a ter um filho; que preferem uma viagem fantástica no lugar de uma festa de casamento. Existem até mesmo mulheres que querem tudo isso junto, ou que deixam as coisas acontecerem ao seu tempo.

A gente vai aos poucos descobrindo que nossa felicidade não precisa ser a felicidade tradicional, que aprendemos com todos os filmes da Disney e histórias de bodas de ouro.

Pra ser feliz não precisa conseguir pegar o buquê.

Vocês lembram daquela criancinha desengonçada do filme Pequena Miss Sunshine? Olha que mulherão! Tudo bem, “gente grande”, como coloquei no título, é exagero, já que a menina só tem 15 anos. Mas não parece mais adulta? Ela cresceu e apareceu, “desfilando” looks lindos pelos Red Carpets. Ah, e esteve na última semana de moda de Ny, na primeira fila, atenta a todos os detalhes dos seus desfiles preferidos. Tá bem gata! :)

Hoje é dia de ficar em casa. Até tinha programinha pra ir, mas eu queria descansar um pouco mais, tentar colocar o computador pra funcionar de novo (consegui! Yay!) e pronto. Mas eu também queria uma  sobremesa bem boa, com gosto de infância, daquelas que fazem a gente se sentir bem.  Poderia ser brigadeiro de panela, mas como não estava afim de ficar mexendo em panela na beira do fogão e desde ontem eu pensava em pudim, então este foi o escolhido. Vai ver é porque era a minha sobremesa favorita na infância, junto com doce de banana caseiro.

Se nunca tentou fazer, anota aí que é bem facinho:

Coloca tudo isso pra misturar no liquidificador (exceto o açúcar, que você vai colocar dentro da forma de pudim – aquela com buraco no meio – e levar ao fogão pra derreter até formar um caramelo. Se não tiver paciência nem pra isso, esqueça o açúcar e o processo de “derretimento” e coloca “mel Karo”, pronto. Vai ficar mais doce que com o feito de açúcar, mas ok).  Coloca a mistura do pudim (ovo e leites) na fôrma do pudim, coloca esta dentro de outra maior com um pouco de água e coloca tudo dentro do forno.  Isso! É banho-maria dentro do forno, tá? Deixa lá meia horinha (ou um pouco mais, até dourar) e tá pronto. Pode virar a forma enquanto tá meio quentinho, ainda. Eu coloquei coco ralado no meu pudim, tanto na mistura do leite condensado quanto no caramelo, mas isso é opcional (ficou uma delícia, tá? E o pudim ficou mais firminho).

Pronto. Post rapidinho com uma dica para deixar o final de semana de todo mundo muito mais doce. :)

Eu adoro roupas pretas. E brancas. E cinza. E a mistura delas (se um dia for me dar uma roupa de presente, se ela for preta e branca já tem grandes chances de ter acertado). Neste momento estou com um vestido com exatamente essas três cores. Acho lindo! Mas um pouco de cor na nossa vida é algo fundamental, não é mesmo? Quero dizer, cores mais vibrantes, algo como “cores mais coloridas”, entende? Talvez ainda seja efeito do carnaval. Acho tão bacana que nos dias de folia as pessoas inventem de colocar todos os colares ao mesmo tempo, a maquiagem com a sombra cor de tangerina, a meia-calça vermelha…ou tudo isso junto! E fica lindo!

Ok, concordo, não dá pra ir trabalhar todos os dias como se estivesse indo pro Baile Municipal ou pro Enquanto isso na Sala da Justiça. Mas que detalhes coloridos no dia a dia fazem muito bem, ah, fazem. A minha amiga Brisa Dalila é um bom exemplo disso…quando dá vontade ela pinta as unhas uma de cada cor, veste vestido coloridão em dias cinzentos e usa botas roxas lindas (olha aí na foto acima, em que ela está comigo – de sapatilhas e Pat, de sandálias azuis) e ainda tem tatoos coloridas, lindas. Uma das pessoas mais “cheia de cor” que eu conheço (literal e metaforicamente). Bem, meu calçado preferido são minhas sapatilhas vermelhas, meu quarto tem uma parede lilás, mas acho que posso fazer mais que isso. Afinal, cores deixam o mundo tão mais alegre, né? Então fica a proposta: na decoração de casa, no seu guarda-roupa, na sua mesa de trabalho…que tal um dia-a-dia mais colorido, pra animar a vida?

Apesar dos pesares, é difícil não amar ser mulher. Mulher é serenidade – tirando os dias na TPM – e doçura, independente de se você for uma menininha ou for uma mulher batalhadora. Até as mulheres “macho-sim-senhor” tem um lado mulherzinha. A feminilidade é nossa eterna companheira e a nossa marca, seja no jeito ou até mesmo estampada no corpo.

Escolhemos várias tatuagens fofas, doces ou apenas femininas mesmo, que são nada mais que a pura essência feminina transformada em arte no corpo. Qual vocês fariam?