Arquivo para outubro 2011

Quem gosta de boa música aí? Lembro que, na época áurea do Orkut, eu criei uma comunidade chamada: Portishead é Música pra Fazer Sexo. A comunidade bombou! Não sei quantos mil adeptos dessa mesma ideia trocavam informações diariamente sobre quais eram as melhores músicas para se ouvir na hora h (gente, “hora h”, tem expressão mais cafona? hahaha). Pois bem, resolvi fazer um top 10 de fuck songs pra curtir na cama. Porque, né, músicas apropriadas ajudam a criar um clima diferente e inovar aquele “mais do mesmo”.

1. Portishead – Roads

2. Massive Atack – Teardrop

3. Nine Inch Nails – Closer

4. Lovage – Sex (I’m a)

5. Cat Power – Sea of Love

6. The Raveonettes - Twilight

7. Gotan Project – Vuelvo al Sur

8. Fiona Apple – Criminal

9. Jesus & Mary Chain - Just like Honey

10. Marvin Gaye – Sexual Healing

Mas, assim como existem músicas que dão uma animada lá na hora, existem músicas que fazem qualquer pessoa broxar. Aqui vai um top 5 de músicas broxantes pra você colocar se o cara aparecer com uma cueca rasgada na cama. Hehehe!

1. Gipsy Kings – Bamboleo

2. Sílvio Santos - A Pipa do Vovô

3. Waldick Soreano – Eu Não Sou Cachorro Não

4. Gugu – Pintinho Amarelinho

5. Falcão – I Love You Tonight

E aí, gostaram da seleção? :P 

Se tudo estiver correndo direitinho, no momento que você está lendo este post (se estiver lendo entre os dias 26 e 31/10/2011, tá?)  eu estou de férias em Buenos Aires. É, escrevi o post com antecedência de alguns dias, vou mentir pra ninguém não. Na semana passada escrevi um post sobre essas férias. Mas há uma coisa que alguns de vocês não sabem: estou viajando sozinha. Passei um tempão procurando quem quisesse e pudesse viajar comigo, mas não havia ninguém. E, claro, me senti super “foreveralone“, pensei em não viajar ou até em adiar as férias. Mas optei por viajar assim mesmo, sozinha, como tantos fazem com frequência, na maior tranquilidade.

O que eu não esperava era que algumas meninas viessem dizer que admiravam a minha atitude, que sou corajosa, coisa e tal. E é só um passeio curtinho! Isso não deveria ser motivo para admirar, não acham? A gente trabalha, se torna independente financeiramente, opina sobre tudo que tem vontade, então isso é o mínimo.  Mas eu entendo: eu não moro sozinha e admiro as amigas que se viram muito bem indo atrás de boas oportunidades, mudam de cidade, moram sozinha e estão muitíssimo bem.  Elas são inspiradoras para mim.  E as mulheres que são arrimo de família, então? Sabiam que grande parte das famílias brasileiras têm mulheres como chefes da casa? Admiráveis!

Bom, o que sei é que sim, eu acho que provavelmente seria melhor se eu estivesse com alguém, não vou mentir para vocês. Mas não, não posso deixar isso de estar sozinha me impedir de fazer algo bom por mim. É, tem horas que ser sozinha é mesmo uma arte…a arte de não deixar o ânimo cair. E o segredo pra isso eu já coloquei aqui mesmo no blog: querer o melhor para si. E, sabe o que mais? Olhe ao redor, os amigos, as redes sociais e verá que não está tão sozinha assim. É esse o “exercício” que tento lembrar de fazer todos os dias, simples assim. ;)

Então tá…na volta eu conto como foi a viagem. E que venham outras, logo! :D

P.S. tem uma amiga que está indo morar na Argentina no mesmo dia que chego por lá. Olha só, que coincidência boa! Não pretendo depender dela pra passear nem nada, mas é que nem os amigos por aqui mesmo: de todo modo, sei que estão ali e isso é bom.

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Por Fred Toscano*

Sou totalmente a favor da igualdade entre os sexos. Não há absolutamente nada que um gênero faça que o outro não seja perfeitamente capaz de realizar também. Homens não podem engravidar, mas podem adotar filhos e o que importa, no final, é ser um bom pai. Mulheres podem mijar em pé sem grandes problemas, desde que não seja no banheiro daqui de casa, porque faz uma sujeira do cacete. E todos são livres para fazer o que bem entenderem das suas vidas, tendo como limite apenas a própria consciência e a legislatura do seu país. Existe apenas, em minha opinião, uma área da expressividade humana que deveria se limitar apenas e tão-somente à atuação feminina: a dança. Não falo da dança acompanhada, de casal. Essa, evidentemente, exige um número mínimo e também máximo de participantes. Três configura a amaldiçoada dança do maxixe, indo de encontro às leis de Deus e do homem. E uma pessoa dançando caracteriza sedução. Ao menos no caso das mulheres. Homens dançando sozinhos são visões quase tão tristes quanto um mendigo discutindo com a própria garrafa de pinga. Poucas coisas são mais patéticas do que um pobre e confuso macho, geralmente alcoolizado, remexendo-se furiosa e descoordenadamente em uma pista de dança enquanto as outras pessoas, constrangidas, formam um círculo de segurança ao redor daquela aberração, em uma tentativa vã de isolar aquele fenômeno do resto dos homens locais. Essas coisas, afinal, são contagiosas.

Eu mesmo não posso dançar. Literalmente não tenho permissão. A Defesa Civil listou a minha dança entre as cinco maiores causas de catástrofe no Recife, atrás apenas de ataque de tubarão no calçadão da praia de Boa Viagem e passeata da Torcida Jovem na Agamenon Magalhães. Gerações de mulheres da minha família já tentaram me ensinar a dançar qualquer coisa que fosse, sempre com resultados trágicos. Minha tia, que Deus a tenha, é uma prova disso. E que Deus tenha os 17 bombeiros que tentaram nos resgatar daquela academia de dança em chamas. Ainda hoje, sempre que escuto a “Macarena”, me jogo no canal mais próximo. Por isso eu desisti. Nada de dança para mim. A não ser como espectador. Nisso sim, eu sou bom. Poucas coisas são mais prazerosas do que observar uma mulher dançando sozinha. Os cabelos cuidadosamente assanhados formam um véu sobre os olhos da mulher, deixando entrever apenas um sorriso quase infantil, enquanto seu corpo rodopia com uma graça que prova, de uma vez por todas, que Deus existe, mas de vez em quando tem umas conversas com o capeta. E mesmo em uma festa cheia de pessoas estranhas, você sente, de alguma forma, que ela está dançando para você, seu desgraçado sortudo. Cada movimento de quadris, cada jogada de cabelo, cada encontro fortuito de olhares, reduzindo homens feitos a meninos boquiabertos, que abem exatamente o que querem mas não fazem ideia de como chegar lá.

Mulheres, sigam meu conselho. Se você está pensando em dar um presente para o seu namorado/ficante/peguete/pau amigo, faça melhor: dance para ele. Quer dar uma roupa e não sabe o que ia ficar bem no moço? Invista a grana em uma lingerie mais ousada e dance para ele. Pensou em presentear o cara com um CD, gravado por você, com os bregas favoritos dele? Não perca tempo e monte sua própria seleção de músicas calientes, apropriadas para um bom strip-tease. Está considerando premiá-lo com uma viagem em um cruzeiro de luxo para Fernando de Noronha, com tudo pago e open-bar? Dê um pé na bunda desse mamão e entre em contato comigo através desse blog. Não, sério. Garotas, lembrem-se: vocês têm à mão uma arma capaz de, em poucos segundos, hipnotizar um homem, deixa-lo literalmente de quatro e implorando por mais. E não, você não precisa ser linda nem a campeã interestadual de pole dance. Na maioria das vezes, basta vontade, desenvoltura, um pouco de coordenação e bom-humor. E uma calcinha pequenininha nunca matou ninguém. Por isso, mulheres, sigam meu conselho e façam desse um mundo melhor. Dancem. Sambem na ponta do pé ou rebolem até o chão, pouco importa. Apenas dancem.

Os homens agradecem. E aguardam ansiosos.

* Frederico Toscano é Bacharel em Gastronomia, Mestrando em História, torcedor do Sport Club do Recife, comediante ocasional, escritor amador, não é publicitário e não entende nada de Comunicação. Gosta de gatos mas é hetero e quando tem tempo, pensa que faz graça no Blog da Reclamação.

1. Não pedirem informação quando estão perdidos, mesmo que isso signifique dar 5 voltas no mesmo quarteirão e fingir uma expressão de que sabe exatamente para onde está indo.

2. Não perceber que mudamos o visual. Nem que isso signifique cortar 1 palmo de cabelo, fazer luzes, usar roupa nova e modelar as sobrancelhas.

3. Transformar uma gripe em um estado de coma. Todo homem quando espirra ou tosse vira automaticamente uma criança de 5 anos, carente, precisando de cuidados e achando que vai morrer.

4.Homens indecisos. Tudo bem que queimamos o sutiã e queremos ter voz e dar nossa opinião, mas quando eu digo que “tanto faz” onde vamos jantar é porque realmente tanto faz. Eu não tenho culpa se a sua 1ª sugestão por acaso calhou de ser a pior.

5. Noção errada de tempo. Vinte minutinhos em frente ao video-game viram 3 horas – mas esperar 5 minutinhos para a namorada se arrumar parece durar uma vida!

6. Odores. Sabe quando os cientistas disseram que o suor da macharada exala feromônios capaz de atrair as mulheres? Obviamente esses cientistas eram homens. O melhor investimento que o sexo masculino pode fazer é um bom perfume e um desodorante que permita aproximações sem constrangimentos nasais.

7. Achar que TPM é “frescura” ou soltar gracinha sempre que estamos nervosas, perguntando se estamos “naqueles dias”. Tente sangrar todo mês, ter cólicas fortes, ficar inchada, irritada, sensível e ainda ter que ouvir de algum engraçadinho que tudo isso é coisa da sua cabeça. Quando um homem passar por esse pacote completo de TPM, aí sim podemos falar sobre “manter a calma” de igual para igual.

8. Achar que “dar apoio na minha nova dieta” equivale a me repreender sempre que surgir a possibilidade de ingerir qualquer alimento que não seja uma folha de alface.

9. Piada machista. Na 1ª vez foi engraçado. Na 2ª vez foi engraçado. Mas a partir da TERCEIRA vez que aquele colega de trabalho solta aquela piadinha da mulher que esquenta a barriga no fogão e esfria no tanque… já deu.

10. O quanto (apesar de todos os pequenos pesares) não conseguimos viver sem eles. Principalmente nossos leitores-homens do blog.

Vocês concordam com todas essas 10 coisas, mulherada?

Vem chegando o verãoooo…  :P Todo começo de verão é assim: dou uma olhadinha no meu guarda-roupa e só vejo roupa de inverno. Inverno pra nós, recifenses, quer dizer roupas mais escuras, uma jaquetinha, um plush, enfim. De toda maneira, são roupas que não rola usar no verão, porque o verão aqui, minha amiga, é pauleira. E é exatamente nessa época que eu começo a adquirir algumas peças mais alegres, coloridas, de tecidos mais fresquinhos. Hoje fui no Plaza ver justamente isso, porque eu fui sair ontem, domingão, aquele calor… e não achei uma regatinha colorida sequer. Absurso (DRAMA FEMININO)!

Fotografei essas opções, que foram as minhas preferidas, mas o que não falta pelas lojas é cor! :)