Categoria Turismo

Como vocês leitoras já sabem, passei 6 meses na Rússia e agora estou na Índia, mas durante esse período conheci gente de todas as partes do mundo e posso afirmar: não é fácil ser brasileira no exterior.

Antes de tudo, é preciso cumprir várias expectativas dos gringos, que nem sempre nós, meras mortais, somos capazes de cumprir: não, nem toda brasileira é mulata, nem todas nós temos samba no pé e nem sempre eu vou saber o nome, time e situação global de todos os jogadores de futebol da história. Desculpa.

Porém, de todos os clichês, o que mais me chateia é a fama errada que os gringos tem das brasileiras. Se apresentou como brasileira? Os homens já olham de cima a baixo novamente, pois a partir desse momento você ficou um pouquinho mais interessante aos olhos deles. Se de certa forma, existe um pouco de elogio nesse olhar (de que a mulher brasileira é bonita, bacana e com jingado), ao mesmo tempo existe um mal-entendido de que somos moças “fáceis” e que brasileiros e brasileiras só pensam em festa. Ouvi muitas pessoas surpresas que eu realmente me preocupasse com os outros, por acharem que brasileiras só se preocupavam com o samba, a marquinha de biquini e em se divertir.

Verdade que não temos várias barreiras sociais como em outros países da Europa e, principalmente, Ásia, daí vem esse mal-entendido. Aqui na Índia, se você já teve namorado ou já beijou antes do casamento, já pode ser considerada uma menina-nem-tão-direita-assim. Como tentar convencer uma cultura tão diferente que só porque abraçamos, sorrimos e somos simpáticas não quer dizer que estamos dando mole? Como justificar que um pretinho acima do joelho pra balada ou um biquini pra pegar sol não quer dizer que estamos nos exibindo e perdendo o respeito por nós mesmas?

Claro que vale a lembrança de que sempre temos que nos adaptar a cultura na qual estamos embarcando, mas ainda assim é muito chato ter que explicar que não, Mulher Melancia não é padrão e o calor humano das brasileiras nem sempre vai se converter em beijinhos e saidinhas.

Sorry, gentlemen.

Essa é a minha terceira vez aqui na Itália, e como sempre fico na casa de familiares, acabo vivenciando a cultura italiana de raiz, a culinária típica, os dialetos, as pizzarias (hummmm), os costumes, etc. Além do país ter o formato de uma “botinha” no mapa (vide charge), algumas curiosidades chamam atenção, tipo:

* Os ônibus coletivos municipais e os trens interestaduais não têm cobradores, a gente compra as passagens em bancas ou máquinas, e são conferidas raramente por um fiscal.

* Os prédios não têm porteiros.

* Em alguns supermercados o consumidor recebe uma máquina de leitura de código de barras portátil, que é utilizada cada vez que o cliente põe um produto no carrinho de compras. Esta máquina faz automaticamente a soma da compra, e ao final, o caixa não confere produto por produto, apenas cobra aquilo que a máquina está mostrando no visor. É o voto de confiança no cidadão.

* O Brasil é o país dos sonhos de uma grande parcela da população italiana.

* Existem mais de 100 dialetos que funcionam como outras línguas nas respectivas regiões.

* Italianos comem pizza “dobrada” como sanduíche pelas ruas.

* As lojas de rua fecham no horário do almoço e só voltam a abrir depois das 15h.

* Além do macarrão, come-se muito pão, mas não no café da manhã, como nós, brasileiros, e sim no almoço e no jantar. Ele serve para “limpar” o prato depois da refeição! :P

* O café da manhã é recheado de brioches com nutella;

É proibido trânsito de automóveis nos centros históricos de várias cidades. Transita-se somente a pé, de bicicleta ou de motocicletas.

* Os supermercados cobram pelo saquinho na hora de passar a compra.

* Aqui você pode tomar água da torneira, sem problema algum.

* O cheeseburger custa 1 euro em qualquer McDonald’s.

Bacio! ;)

Como coloquei aqui no blog recentemente, passei alguns dias das minhas últimas férias em Buenos Aires. Até achei que havia esgotado o assunto, de tanto que tuitei, postei no Facebook e falei a respeito, mas vi que nem havia escrito aqui para contar como foi e sugerir alguma coisa. Pois faço isso agora: a viagem foi excelente, estar sozinha foi melhor do que eu imaginava (o fato em si acabava fazendo com que eu não ficasse só, já que muita gente puxava conversa dizendo “está viajando sozinha?” e ficava muito tempo de papo comigo) e Buenos Aires é linda! Sei que muita gente já foi e concorda comigo. Então deixo aqui algumas dicas do que fazer por lá:

1) Ir a um show em uma casa de Tango – clichê máximo, não é? Verdade! Mas é algo essencial para quem vai fazer turismo pela capital porteña. Vai ter gente dizendo que é caro (e é, se comparar com a maioria das atrações de lá) e até que é brega. Mas não é! É lindo, emocionante, vale MUITO uma visita. Existem várias casas deste tipo em Buenos Aires; eu fui à Esquina Carlos Gardel, uma das mais tradicionais de lá.

2) Visitar o cemitério da Recoleta – pode parecer mórbido, mas é um passeio bem interessante. Muita gente vai por lá porque é onde estão os restos mortais de Evita Perón…aliás, muita gente a idolatra por lá, viu, tem fotos, paineis, pinturas por todos os lugares (os outros “endeusados” são Carlos Gardel e Maradona). Tem até guia turístico por lá, mostrando os mausoléus gigantescos. O melhor dia de ir é o sábado, quando tem também uma feira de artesanato na frente, bem bacana. Lá por perto também tem um centro cultural que merece ser visitado.

3) Ir a um café – Existe quase uma infinidade de casas do tipo por lá, com coisas deliciosas (alfajor, empanadas, doce de leite, churros, pães recheados…cardápios imensos!). É parte da cultura ir a um café e ler o jornal enquanto saboreia algumas delícias. O Café Tortoni é o mais tradicional deles. Vale muito uma visita para um cafezinho no final da tarde ou mesmo, como eu fiz, um café da manhã mais caprichado.

4) San Telmo – Aos domingos tem uma feira sensacional, com artesanato e antiguidades. Mas não é uma feirinha qualquer, são quilômetros de barraquinhas, cobertores no chão, lojas, galpões e o mercado público, com objetos bem interessantes. Tem bijous, roupas, bolsas, coisas para casa e muitos souvenir. Não é onde estão os preços mais baratos, mas tem muita coisa viável. E ainda tem apresentações de vários artistas, como dançarinos de tango, músicos, palhaços e afins. Ao redor tem bares, restaurantes e, claro, cafés. Dá pra passar o domingão inteirinho por lá, na boa. E não pode deixar de ir à esquina da rua Chile, onde está a estátua da Mafalda, sentada num banquinho, pra você ser fotografado junto dela.

5) Puerto Madero – O lugar onde ficara o antigo porto de Buenos Aires. Os galpões foram reformados e hoje funcionam restaurantes, bares, lanchonetes e lojas e até um cassino (basta atravessar a ponte). Lugar lindíssimo, principalmente à noite. Se a sua cidade, como aqui no Recife, tem um porto meio abandonado, certamente você pensará “mas por que não fazem isso por aqui???”.

Quem já foi por lá sabe: essas são dicas básicas, daquelas “tem-que-fazer” (não é uma imposição, mas um conselho, claro). É claro que existem muitos outros lugares que são “basicões” para quem vai lá pela primeira vez: a Casa Rosada (casa presidencial…fique atento, que aos sábados e domingos tem visita guiada, gratuita, por dentro da casa!), rua Florida (compras! Visite a Galeria Pacífico, um shopping elegantíssimo por lá…aliás, tem outros lugares recomendados para compras, como a avenida Córdoba, por exemplo), passeio de barco pelo rio Tigre,  milongas, bairro Palermo, Caminito…e tantos outros que, se citasse, o post ficaria gigantesco. Buenos Aires é uma cidade linda e bem preparada para o Turismo (e o real tem valor mais alto que o peso, então está favorável pra gente). Recomendo muito!

E, caso você já tenha ido a Buenos Aires, que lugares recomendaria conhecer por lá?

Por Marcela Nunes*

Temporada em NY normalmente envolve uma ação: comprar.  O “turismo de compras” é forte na cidade. Então seguem algumas dicas para gastar bem os seus dólares na cidade. Uma boa dica para isso é seguir para os Outlets em NY.

Em NY existem basicamente três outlets, um dentro da cidade, que não é beem um outlet, mas é meio que tratado como, a Century 21, e dois em New Jersey, o Woodburry Commons e Jersey Garden Mall. Vou falar um pouco sobre cada um e suas vantagens e desvantagens, considerando valores, ambiente etc.

WOODBURRY

O Woodburry é o mais famoso dos outlets, é um dos maiores do país e faz parte da maior rede de outlets, a Premium Outlets. O outlet é outdoor, ou seja, dependendo da estação que você for é bom se preparar pra andar bastante com frio ou calor. A lista completa de lojas você pode encontrar no site, mas vou dizer na minha opinião as melhores opções de compra:

Se deu bem
GAP (casacos e blusas básicas beem baratas)
ALDO (bolsas com 60% de desconto)
OAKLEY (malas muuuito baratas)
POLO RALPH LAUREN (promoções de compre um, ganhe 50% em outro)
AEROPOSTALE (muuuita promoção)
DIESEL ( se você é magra e esbelta, a diesel tem os menores números de calças (os que sobram) em promoções ótimas)
NIKE (a loja do woodburry é factory store, ou seja, tem apenas alguns tipos e tamanhos específicos da peça, se vc der sorte de encontrar algo no seu tamanho e gosto, vale)
TOMMY HILFIGER (algumas peças valem, outras você econtra MUITO mais barato na Century21, como carteiras e polos)

Furadas
ADIDAS  (os preços são os mesmos da cidade e o desconto do livro de descontos* só funciona num consumo acima de 250 dólares)
CALVIN KLEIN (não vi naada com desconto)
MICHAEL KORS (preços normais da loja da cidade)
LACOSTE (prêmio de furada do ano. nenhuma peça tinha desconto e algumas até mais cara do que na cidade o.O)

Dicas
1) Pra você chegar lá, basta ir na estação de metrô 42st (Port Authority Terminal Station) e procurar a linha de shortline bus, lá vão ter algumas empresas que fazem o trajeto. O preço é tabelado: 42 dólares (ida e volta) em dinheiro. O tempo do percurso é de mais ou menos 1 hora, se a volta for em horário de rush, pode se preparar pra 3 horas :)
2) Dependendo da linha de onibus que vc escolher, vc recebe um cupom para ganhar lá, no outlet, o VIP Coupon Book, nele fora o desconto normal do outlet, você ainda pode, dependendo da loja, ter mais descontos. Se a linha de ônibus que você escolheu não tem esse cupon, você pode comprar esse “livro” por 10 dólares. Vale a pena ;)
3) Há também a opção de se cadastrar no site e imprimir todos os cupons de descontos, e até escolher as lojas que você prefere e imprimir apenas os cupons dela.
4) Ao chegar no outlet, vá no ponto de atendimento ao cliente e pegue um mapa do outlet, tire 5 minutinhos pra ver as lojas que você deseja visitar e faça um circuito. Só dessa forma você consegue visitar todas as lojas que pretende.

JERSEY GARDEN MALL 

Como o próprio nome diz, o JGM é um Mall, ou seja, ao contrário do Woodburry, ele é indoor, com ar condicionado e tudo. A lista completa das lojas você pode encontrar neste site. Olhem as vantagens e desvantagens dele:

Se deu bem
ABERCROMBIE E FITCH (O desconto da A&F é absurdo comparado a loja na cidade. Vale muuito a pena).
VICTORIA’S SECRET (se vc tá procurando os tão procurados cremes da VF, o JGM é o lugar. Enquanto na cidade você compra 5 por 30 dólares, no Mall vc acha por 2.50 dólares cada creme. Isso sem falar nas lingeries, que também estão com descontos altíssimos).
AMERICAN EAGLE OUTFITTERS (melhor jeans que eu achei até agora. Preços e Promoções ótimas)
LEVI’S (Se você tiver paciência de procurar dentre uma infinidade de tipos e cores de jeans e depois parar pra ver qual o seu tamanho correto, pois a Levi’s tem um padrão COMPLETAMENTE diferente de todos os outros jeans do país, vale a pena).

Furadas
GAP ( a Gap do JGM é a pior de todas. Até tem desconto (10 e 30%) mas as outras fazem promoções muito melhores, tipo compre um leve outro de graça, ou 80% numa peça e por aí vai… Ou seja, a GAP do Woodburry é consideravelmente melhor).
ADIDAS (preço normal, assim como no Woodburry. Neste caso, vale mais a pena comprar na cidade mesmo).

Dicas
1) Pra ir pro JGM, assim como o Woodburry, você tem que pegar o metrô pra estação 42st Port Authority Terminal. Chegando lá, salvo engano, no 2º andar, você procura a área de TICKETING e lá tem uma empresa chamada NJ TRANSIT, pronto, basta pedir ingresso pro Jersey Garden Mall. O ticket custa 13 dólares (ida e volta) e o percuso dura em torno de 30 minutos. O Mall abre às 10 horas.

2) Ao chegar no Mall, se dirija a qualquer quiosque de atendimento ao cliente e peça pelo livro de descontos, eles vão pedir sua identidade (que pode ser passaporte ou carteira de motorista) e te entregam um mini-livro. Eu, particularmente, não consegui encontrar quase nenhuma loja boa com desconto nesse livro, mas é sempre bom tê-lo em mãos, considerando que é de graça :)

CENTURY21

A Century21 é uma BIG loja/Outlet que vende todo tipo de marca, até as famosonas, como: Diesel, Stela McCartney, Calvin Klein, Levi’s Nike etc. Na C21 você tem que tirar no mínimo uma manhã ou tarde toda, com muita paciência e bom humor, pra se “perder” nela. Lá você pode encontrar desconto de até 90%. Tem desde vestido de festa/noite até tênis, passando por bolsa, roupas íntimas e etc…

Se deu bem
Quase todos os produtos na C21 valem a pena, é só questão de gosto e tamanho mesmo.

Furada
Ir fim de semana.

Dicas
1) A Century21 fica quase em frente ao falecido World Trade Center, bem fácil de chegar.
2) O ideal é ir na parte da manhã, que a loja está organizada e não tem tanta gente, mas, se não der pra ir, basta evitar a hora do rush (16 as 18h) que já facilita.

*Marcela Nunes é estudante de Publicidade, atendimento na Fishy e é conhecida também como @marcelapam

por Marcela Nunes¹

Olá gente! Eu sou Marcela, a correspondente internacional do Universo Feminino e aqui estou de volta, com dicas de sobrevivência de uma turista. Deixo claro desde já que, como boa turista que sou (NOT), todas essas dicas são baseadas em eventos pessoais e previamente acontecidos.

1. Nunca perca o seu I-94

O que *#$% é o I-94? É, simplesmente, depois do passaporte, o seu documento mais importante da viagem: o documento de imigração. O ministério do turismo adverte: a perda desse documento pode causar muita dor de cabeça, burocracia e pagamentos de valores exorbitantes.

Ou seja, não suficiente a burocracia de tal perda, você ainda paga U$ 330. Isso mesmo minhas amigas, TREZENTOS DÓLARES/DOLETAS/OBAMAS. Logo, recebeu esse papelzinho na imigração, ponha dentro do plástico do passaporte, ou grampeie nele (pode grampear sim!). E mantenha sempre no seu porta-dólar, mochila, bolsa, etc. Dito isso, seguimos pro próximo ponto.

2. Nunca pegue um taxi preto, marrom, ou o de bicicleta (no melhor estilo Caminho das Índia) em NY, sem antes saber o preço

Mesmo que eles digam que isso resolve depois ou que tem o preço anotado/tabelado e etc, diga seu endereço de destino e combine ali, na hora, o valor. Esses tipos de táxis não possuem taxímetro e dão o valor que quiserem, de cabeça, ou seja: uma FU-RA-DA. Na dúvida, pegue sempre o metrô ou os táxis amarelos.

3. Saiba controlar seu dinheiro (eu, logo eu, falando isso)

Acreditem, isso faz toda diferença. Acho que todo turista tem uma lista de compras pra fazer no seu destino, e isso é bom, mas se for utilizada a cabeça. Dando o meu exemplo, meu tempo de estadia é de um mês aqui em NY, e eu tive a brilhante (NOT) ideia de comprar minha lista no início, pra não gastar o dinheiro e no fim não conseguir comprar nada. PRA QUÊ? Quase fico sem grana por aqui ¬¬

Então, a terceira dica é: Saiba dividir suas compras de acordo com o seu tempo de estadia, pra no fim você não se desesperar.

4. Utilize o calçado mais confortável possível

Nas viagens, normalmente, você sai do hotel/apt/casa/etc. de dia e só volta a noite e, dependendo do lugar, passa o dia todo andando a pé. Logo, nem pense em se preocupar com a beleza e combinação. Mete aquele tênis velho surrado/confortável nos pés e vai com Deus.

No início, é bem provável, a não ser que você faça parte do #DesafioPerfformance, que você sentirá dores e terá bolhas nos pés, mas dorflex e bacia com água morna tão aí pra isso. E eventualmente você se acostuma :)

5. Compre um celular/chip

Após três tentativas frustradas (cartão telefônico, celular pré-pago que vende em qualquer esquina e um chip da AT&T) achei o modo perfeito de me comunicar com o Brasil. Comprei um chip da T-Mobile com um plano de U$ 50 de pré-pago, mais um valor extra de U$ 10 para o plano do exterior, dando um total de U$ 68 (com as taxas). Esse plano inclui: ligação pra fixo e sms (torpedo ou mensagem) ILIMITADO pro exterior, ligações (celular e fixo) e sms ILIMITADO pros EUA e ainda internet ilimitada. Ou seja, perfeito.

De início vc pode achar U$ 68 caro pra um telefone, mas dependendo do tempo de estadia, vale muito a pena. Os cartões telefônicos por aqui custam no mínimo U$ 5 e não duram nem 20 minutos de ligação, com péssima qualidade. O chip da AT&T vale a pena se você não quiser gastar muito, pois você paga U$ 25 e possui os 25 revertidos em crédito, mas cada minuto custa 69 cents e cada sms 50 cents, sem a internet. Ou seja, tudo depende da sua necessidade.

E sobre o celular, na T-Mobile eles vendem um celular Nokia, bem simples, por U$ 10 e na AT&T, dependendo plano, eles dão um Samsung, igualmente simples, de graça. Se você for comprar um iPhone, o ideal é comprar desbloqueado, pois qualquer um desses planos se encaixa nele.

É isso, espero que essa pequena lista seja de grande utilidade pra vocês. O próximo post é com dicas de compras aqui por NY.

Beijos e aguardem =*

¹Marcela Nunes é estudante de Publicidade, atendimento na Fishy e é conhecida também como @marcelapam